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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

3D deve entrar na TV paga pelo VOD.

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3D, 3D e mais 3D! O que temos visto nas feiras internacionais também vem se repetindo aqui no Brasil. Na ABTA 2010, não está sendo diferente. Na maioria dos estandes (seja das grandes operadoras, como a Net; das programadoras, como a Discovery; ou dos diversos fabricantes chineses), as demonstrações de conteúdo 3D tomam conta do pedaço.
 Confesso que, como jornalista especializado, não vejo mais graça em demos 3D, porque depois de ver 5, 10, 15, 20, já não consigo sentir grande impacto no que é mostrado. Mas devo dizer que faço parte de uma minoria: os estandes com demos 3D ficaram bem cheios durante grande parte desta terça-feira, dia de abertura da feira.
 Desabafos à parte, conversando com as operadoras e programadores obtive ontem uma informação interessante: as primeiras iniciativas de 3D na TV paga brasileira (e aqui não estamos falando de demos) devem surgir através de serviços on demand. Como os TVs 3D ainda são produtos de nicho, faz pouco sentido lançar um canal só com atrações em 3D. E digo mais: com a falta notória de conteúdo, nem sei se isso seria possível nos dias de hoje.
Ao que parece, a Globosat deve sair na frente. Alberto Pecegueiro, diretor geral da programadora, disse ontem que quer lançar o primeiro canal com conteúdo 3D em cerca de 15 meses. Segundo ele, será algo nos moldes do Globosat HD, canal superstation, com conteúdo em alta definição de gêneros diferentes. Será mesmo?

Créditos: Planet Tech

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Adaptador Tru3D permite converter imagens 2D.

 
Um kit que pode ser adaptado a alguns modelos de TV para permitir a conversão automática de imagens 2D para 3D deve começar a ser vendido no mercado americano ainda este mês. A novidade é da empresa Tru3D, especializada em softwares para produção de imagens tridimensionais. A primeira versão do aparelho (foto), que terá preço sugerido de US$ 289,99, é compatível apenas com TVs DLP da Samsung, mas há a promessa de novas versões para outras marcas no futuro.
Segundo a Tru3D, o conversor é o mesmo que já vem embutido nos TVs DLP da Mitsubishi, lançados nos EUA no mês passado. A diferença é que, para funcionar com outras marcas, é usado um acessório que recebeu o nome de "spoofer" ("enganador"), cuja função é simular o funcionamento do TV Mitsubishi para que o conversor possa identificar os códigos 3D. Quem comprar o kit (conversor+spoofer) terá, no entanto, que adquirir à parte os óculos 3D compatíveis com os TVs que tiver em casa.
No mercado americano, a Samsung já lançou 16 modelos de TVs DLP, com tamanhos de 50", 56", 61", 67" e 72", sendo vários deles com painel de backlight de leds, semelhantes aos usados em TVs LCD. O kit Tru3D é compatível com todos os DLP, mas não com os LCD.
FONTE: HD Guru

Créditos: Revista Home Theater




sexta-feira, 30 de julho de 2010

Teste TV 3D da Sony.

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Conheça a nova TV 3D da Sony, modelo KDL-40LX900, e o primeiro player de Blu-ray 3D da marca (BDP-S470), que em breve estarão nas lojas de todo o País.


Créditos: Planet Tech

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Chega ao mercado a maior TV de Plasma 3D.

Finalmente, a Samsung começa a entregar às lojas as TVs de plasma Full-HD de 63” (PL63C7000) e de 50” (PL50C7000) da série 7000. Ambas contam com taxa de atualização de 600Hz (yes!) e um pacote de recursos similar ao encontrado nas LCD-LED da marca, tais como internet@TV, DLNA, USB-Movie (MKV e DivX-HD) e Rec Extended PVR.
Para os fãs do plasma que reclamam da indisponibilidade de aparelhos 3D, resta agora aguardar a chegada dos modelos da Panasonic previstos para o final de outubro. Em todo o caso, já pedimos um plasma 3D Samsung para teste.
Créditos: Planet Tech

terça-feira, 13 de julho de 2010

Copa de 2014 terá transmissão em 4K e 3D.

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Pelo menos é o que propõe o Projeto 2014K, organizado pelo CPqD, Mackenzie e com o apoio do FINEP, que pretende investir em torno de R$ 3 bilhões na transmissão dos jogos da Copa de 2014 no Brasil com resolução ultra-definição em 3D para todo o planeta.
Segundo as instituições envolvidas, a idéia é captar as imagens em 4K (4096x2160p) e terceira dimensão, enviando esses sinais por meio de redes fotônicas a cinemas digitais devidamente preparados no País e no exterior. Além disso, as imagens ao vivo poderão ser projetadas em locais públicos, como praças e teatros, desde que previamente preparados.
Recentemente, o mesmo grupo de estudo realizou testes com a uma câmera de aproximadamente 150kg e 8 milhões de pixels na final do Campeonato Gaúcho (Gre-Nal) e na Casa Brasil, em Joanesburgo. Quem sabe, é a vez do Brasil mostrar ao mundo que além de bom futebol tem também inovações tecnológicas.

Para saber mais, clique aqui.

A propósito, o YouTube acaba de liberar o upload de vídeos em 4k (veja a playlist com vários vídeos e escolha a resolução “original”), porém, com a falta de produtos desse tipo e a conexão que temos hoje acho difícil o 4K emplacar tão cedo.

Créditos: Planet Tech

terça-feira, 6 de julho de 2010

3D não está nos planos da Sky em 2010.



Estive hoje de manhã com Agrício Neto, VP de marketing e programação, e ele afirmou que a Sky não vai apostar na tecnologia 3D em 2010. Segundo ele, ainda é muito cedo para falar disso, já que não existiria nenhum canal (nem nos EUA) com programação 100% 3D.
E, de fato, ele tem razão. André Quadra, diretor de marketing da ESPN, tirou minhas dúvidas. Disse que o canal ESPN 3D, que estreou nos EUA pouco antes do início da Copa, ainda não tem uma programação com 24 horas diárias de imagens em 3D. Por outro lado, mais de 80 eventos devem transmitidos pela ESPN com essa tecnologia até o final do ano, o que pode alterar esse quadro.
Agrício declarou ainda que teve muito trabalho para convencer os programadores a apostarem mais nos canais e programação HD no ano passado. Portanto, segundo ele, qualquer investimento em 3D ainda seria prematuro.

Créditos: Planet Tech

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Empresa cria óculos 3D de grau.

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Óculos 3D dos cinemas podem não ser os acessórios mais higiênicos ou confortáveis que você já usou, mas, até o momento, eram a única alternativa para assistir aos filmes nas telonas. Para dar um jeito nessa situação, a empresa Gunnar Optiks lançou a linha de óculos com RealD, mesma tecnologia usada pelos cinemas.
Os produtos tem a aparência de óculos convencionais, sendo assim, além de garantir um pouco mais de conforto durante a exibição do filme, o usuário também não perde o estilo. Os óculos, no entanto, não funcionam com as atuais TVs 3D, já que a tecnologia é específica para as telas de cinemas.
No momento, a Gunnar Optiks tem apenas duas versões para os óculos 3D, que estão a venda por US$99. Mas, além da linha RealD, a fabricante já anunciou que está elaborando novos modelos que também poderão receber lentes de grau.

Créditos: Olhar Digital

Cabo HDMI conduz sinais Full-HD 3D e internet.

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A empresa paulista Discabos lança no mercado o primeiro cabo HDMI compatível com sinais de vídeo Full-HD em terceira dimensão, que possui capacidade de trafegar o sinal de áudio reproduzido pela TV e dados de internet em aparelhos com conector HDMI compatível.
Com certificação High Speed HEC (ethernet), o modelo AVIS promete levar o conteúdo da web a partir de um computador, dispensando o tradicional cabo de rede. É capaz também de substituir um cabo digital de áudio usado como retorno entre TV e receiver (ARC – Audio Return Channel-enabled ou canal de retorno de áudio), para a reprodução de som 5.1 transmitido pelas emissoras.
O novo cabo HDMI tem condutor de cobre OFC, nas medidas de 28AWG (1,80m) até 24AWG (12m), com tripla blindagem. Além disso, conta com sistema montagem rápida de plug chamado de Fast Click que, segundo o fabricante, tem como objetivo facilitar a passagem do cabo em dutos mais limitados, sem danificar o conector. 

Créditos: Revista Home Theater

Entenda como o 3D funciona.

Os próximos meses e anos devem ver uma enxurrada de filmes 3D --tanto lançamentos quanto conversões de filmes antigos--não apenas nas salas de cinema, mas também em casa, por meio de formatos como DVD e Blu-ray.
As televisões também apostam nisso, e conteúdo 3D --filmes e esportes (com destaque para grandes eventos, como Copa do Mundo e Roland Garros), principalmente-- já é transmitido em diversas partes do mundo.
"A mente entra cuidadosamente nas profundezas da cena. Os galhos ásperos de uma árvore em primeiro plano avançam sobre nós como se fossem arranhar nossos olhos. O cotovelo de uma figura salienta-se de maneira a nos deixar quase desconfortáveis."
O parágrafo acima é uma boa descrição das impressões de assistir a um filme como "Avatar" ou jogar um videogame de última geração, mas na verdade é um trecho de um artigo do escritor e médico norte-americano Oliver Wendell Holmes (1809-1894) publicado na revista "The Atlantic Monthly" em junho de 1859.
O assunto, em termos atualizados, era a reprodução de imagens com efeitos tridimensionais, ou simplesmente 3D.
O 3D existe desde o século 19, passou por vários altos e baixos durante o século 20 e chega ao século 21 prometendo que, desta vez, o negócio é pra valer. A indústria parece apostar nisso, e os consumidores, por enquanto, têm correspondido.
O cinema parece ser o maior impulsor da tecnologia, com estúdios e diretores --Martin Scorsese e Werner Herzog, para citar dois grandes-- divulgando um número crescente de filmes 3D, e empresas investindo bastante em treinamento e equipamentos e para produzir e reproduzir esse tipo de conteúdo. Sem contar, é claro, as pesadas ações de marketing.

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O texto de Holmes na "The Atlantic Monthly" falava sobre o estereoscópio, "um instrumento que faz superfícies parecerem sólidas", ou seja, usado para ver profundidade em imagens planas.
O equipamento foi inventado no século retrasado pelo cientista e inventor britânico Charles Wheatstone, e o princípio por trás de seu funcionamento é o mesmo dos sistemas utilizados hoje.

OLHO HUMANO
Cada olho humano enxerga o mundo a partir de uma perspectiva diferente --a visão do olho esquerdo é diferente da do direito. Isso é facilmente perceptível se você olhar de perto um objeto primeiro apenas com o olho esquerdo, depois apenas com o direito.
Essa disparidade ajuda-nos a determinar as profundidades relativas em uma cena, e a estereoscopia é uma técnica que se baseia nisso para provocar a sensação de profundidade em imagens planas. Talvez soe complicado, mas é bem simples.
Basicamente, basta ter duas imagens retratando a mesma cena ou objeto a partir de diferentes perspectivas --uma referente à visão de cada olho. Para conseguir a ilusão de profundidade, as duas imagens devem ser vistas ao mesmo tempo (ou quase), mas cada olho deve enxergar apenas uma delas --a correspondente à sua perspectiva. A junção das duas imagens no cérebro provoca a sensação de profundidade.
A questão é: o que fazer para que cada olho enxergue apenas a imagem correspondente à sua perspectiva? Isso é um problema porque, normalmente, os dois olhos veem as duas imagens, que geralmente são sobrepostas ou colocadas lado a lado. 

Créditos: Folha

Copa em 3D: diretor explica as transmissões.

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O diretor de tecnologia da TV Globo, Fernando Bittencourt, aproveitou um evento para jornalistas para explicar como são feitas as captações das imagens da Copa em 3D e a exibição dos jogos nas salas de cinema no Brasil.
A emissora tem uma parceria com a rede Cinemark e alguns convidados podem se dirigir a determinadas salas (em São Paulo está sendo utilizado o espaço da rede no Shopping Eldorado) para conferir os jogos do Brasil em três dimensões.
No vídeo, as explicações do Bittencourt e um pouco da minha sensação ao ver as imagens.

Créditos: Planet Tech

terça-feira, 29 de junho de 2010

Realismo, imersão e mais emoção cativam consumidores do 3D.

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Realismo, imersão e mais emoção são as razões apontadas para justificar o crescente interesse do público nas produções 3D, de acordo com um estudo conduzido pela PricewaterhouseCoopers no ano passado.
A pesquisa sobre entretenimento 3D ouviu mais de 90 envolvidos com a tecnologia em diversos setores, como estúdios de cinema, distribuidores de filmes, empresas de games e produção de televisão, além de fornecedores de equipamentos técnicos. O estudo listou alguns fatores que vão contribuir para o crescimento do mercado de 3D, embora ainda seja incerto o futuro da tecnologia em alguns formatos, como a televisão.
A melhor qualidade de imagem e a adoção de 3D digital, que torna mais fácil a adaptação de salas de cinema à tecnologia, é o primeiro fator apontado para impulsionar a tecnologia. Além disso, espectadores dos Estados Unidos e Europa se mostraram dispostos a pagar mais para assistir a produções em 3D. No Brasil, os principais exibidores têm cobrado um valor adicional entre R$ 5 e R$ 8.
O upgrade para high definition também removeu muitos obstáculos técnicos para produções em 3D. Outro fator, é que está crescendo o uso de recursos computadorizados que permitem a conversão de produções em 3D com custos extras limitados.
"Cada vez mais, a tecnologia 3D é aprimorada e o público se interessa por este tipo de filme. A oferta de filmes 3D também aumentou. Ano passado tínhamos um filme por mês, este ano já tivemos dois filmes com esta tecnologia em cartaz ao mesmo tempo", diz Bettina, da Rede Cinemark.
O conceito de imagens em três dimensões tem quase um século, mas se tornou mais popular na década de 1950. Trinta anos mais tarde, houve um novo boom, liderado pelo Imax. Nos últimos anos houve um renascimento da tecnologia, com o surgimento de animações em 3D.
"É uma onda que parece mais duradoura que as anteriores. A situação é bem diferente do passado, as experiências antes não estavam conectadas com a produção. O 3D conquistou espectadores e a produção", diz Oliveira.
O Imax começou a funcionar em São Paulo em 15 de janeiro de 2009 e só tem o que comemorar. Uma conjunção de fatores, como tela gigante, disposição dos assentos e som especial, permite uma imersão ainda maior nos filmes 3D. "O primeiro ano foi um sucesso e no segundo ano cresceu mais 40%", diz Oliveira. O investimento para abrir o Imax no Shopping Bourbon Pompeia foi de R$ 6 milhões.
O conjunto de aparelhos e softwares para adaptar salas pequenas de cinemas comuns à exibição de 3D custa de US$ 115 mil a US$ 130 mil, mais impostos e frete. Para receber um filme 3D, uma sala do tipo Dolby pode ficar com a mesma tela, precisa dar um upgrade no som e trocar projetor. O custo inclui ainda a aquisição dos óculos e a máquina de higienização. "É um reinvestimento numa sala, mas é um custo que compensa. Até porque o preço do ingresso 3D é maior", diz Oliveira. "Já tivemos sala com 100% de ocupação no mês, o que é raro num cinema."
O estudo da PricewaterhouseCoopers identifica algumas áreas onde o 3D pode se tornar popular mais rapidamente. Jovens que gostam de games de corrida de carros e lutas e os que vão ao cinema ver filmes de terror, animação e shows são os que mais devem se interessar por opções em 3D. Há ainda consumidores dispostos a pagar para assistir pela televisão jogos ao vivo e shows em 3D, além de pessoas que querem repetir em casa a experiência com filmes vistos no cinema.
A previsão é de que o entretenimento em 3D deva ter um crescimento liderado pelos filmes em 2011. A adoção em massa de tevês 3D não é esperada antes de 2012. A procura por equipamentos domésticos vai depender da oferta de conteúdo em 3D, em vídeos ou programação especial na TV.
As experiências para oferecer 3D na televisão também já começaram. A Sony em parceria com a Fifa está captando em 3D imagens de 25 partidas da Copa do Mundo, utilizando câmeras profissionais da marca.
Outra ação foi a captação e geração do sinal em 3D do Carnaval 2010, dentro do sambódromo do Rio de Janeiro, em conjunto com a TV Globo. Com a Rede Bandeirantes, a empresa fez a captação das imagens da Fórmula Indy, a primeira corrida em 3D no mundo.
Fora do Brasil, a empresa já firmou parceria com o canal esportivo ESPN para transmissão de jogos em 3D e com o Discovery Channel para criação de documentários. As imagens que hoje saltam das telas dos cinemas podem estar em breve na sala de estar. 

Créditos: Folha

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Emissoras colocam tecnologia 3D em teste.

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Tecnologia e conteúdo precisam se mover juntos para que a revolução 3D saia dos cinemas e chegue à casa do telespectador.
A engrenagem está sendo impulsionada pelo mercado de aparelhos compatíveis com a tecnologia, que movimentou US$ 55 milhões em apenas três meses nos Estados Unidos, segundo estimativas do NPD Group.
As emissoras agora correm para preencher o espaço aberto à criação de conteúdo adaptado.
No Brasil, testes estão sendo feitos desde o início do ano. O Carnaval foi filmado pela Globo com câmeras 3D da Sony e transmitido para um grupo fechado. Também em caráter experimental, a Fórmula Indy e cenas da novela "Viver a Vida" ganharam gravação adaptada para a tecnologia.
Todos têm coisas positivas a dizer sobre a tecnologia, mas, no país, somente a RedeTV! começou suas transmissões em 3D.
Já é possível ver em 3D o "Pânico na TV", provas de automobilismo e partidas de futebol da série B do Campeonato Brasileiro.
Com poucas opções, o consumidor pode optar pela conversão do 2D para o 3D, função presente em algumas das TVs 3D.
FORA DO PAÍS
Nos EUA, a ESPN lançou o seu canal de transmissão 3D, que está mostrando partidas da Copa. Foram três anos de testes com a tecnologia, de acordo com a ESPN. 

Créditos: Folha

domingo, 27 de junho de 2010

Copa de 2014 deve chegar em 3D nos cinemas e na TV a cabo.

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O torcedor poderá acompanhar os jogos da Copa de 2014 em 3D nos cinemas e pela TV a cabo. Essa é a avaliação do diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Rede Globo, José Dias.
A emissora tem feito estudos sobre a tecnologia e o mercado de 3D e fez ontem a primeira exibição para convidados, em caráter experimental, de um jogo da Copa ao vivo em 3D, com sinal direto da África do Sul. Os jogos da semifinal e a final da Copa também serão exibidos para convidados.
Em outros países, como o México, os jogos já são exibidos em 3D no cinema para o público pagante. No Brasil, a opção foi fazer testes enquanto a tecnologia ainda passa por aperfeiçoamento.
Segundo Daniel Malachias, da Golden Goal, empresa de gestão esportiva parceira da Globo neste projeto, outros eventos esportivos têm potencial para o mercado de 3D, como o campeonato brasileiro, a Copa da UEFA (futebol europeu) e a Olimpíada.
Dias afirma que em 2014 50% dos televisores nas casas dos espectadores americanos serão em 3D. No Brasil, a expansão deve levar mais tempo. O diretor afirma que uma das possibilidades de expansão do 3D no país é a abertura de um canal exclusivo, nos mesmos moldes do que foi feito recentemente na Coreia do Sul.
Ele estima que até o final deste ano, a TV a cabo no Brasil terá alguma transmissão em 3D.
"O 3D veio para ficar. É uma evolução natural da TV", disse Dias.
Na TV aberta, não há qualquer previsão de exibição do conteúdo, segundo Liliana Nakonechnyj, diretora de Engenharia de Transmissão da Globo.
Outro estudo em curso é a conversão de conteúdo de 2D para 3D. Diversas empresas estão estudando essa tecnologia, além do MIT (Massachusetts Institute of Technology). A Globo já fez algumas experiências de conversão com a novela "Viver a Vida" e com jogo de futebol.
O conteúdo poderia ser comercializado em blu-ray (aparelho que reproduz discos de alta definição). Para a emissora, pode ser uma boa alternativa porque o custo de gravação em 3D é, em geral, 30% maior. 

Créditos: Folha

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Sportv investe para transmitir em 3D.

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O canal esportivo de TV paga, Sportv, pertencente ao grupo Globosat vai comprar dezesseis câmeras especiais para a transmissão de eventos em HD e 3D. Segundo o colunista da Veja, Lauro Jardim, esse é o primeiro passo para colocar no ar, até o fim do ano que vem, toda a programação em alta definição. Hoje, apenas alguns jogos são transmitidos com a tecnologia no Globosat HD.
Já os testes em 3D devem começar em breve, mas o Sportv tridimensional ainda vai demorar mais um pouco para chegar a casa dos consumidores.
Essa informação vai ao encontro do que disse o diretor de engenharia da TV Globo, Fernando Bittencourt, à reportagem da Revista Home Theater & Casa Digital. Ele afirma que não acredita, num curto prazo, nas transmissões abertas em três dimensões. “É uma loucura pensar numa massa de telespectadores utilizando óculos”, disse. Para Bittencourt, o 3D funcionará apenas para mídias específicas, como os discos em Blu-ray, ou canais que queiram oferecer esse conteúdo pago, assim como já fazem a ESPN 3D nos EUA e a BSKYB na Europa. “A tecnologia atual não é o futuro para esse tipo de transmissão. Acredito na perpetuação do 3D quando não forem necessários os óculos para ver esse conteúdo”, afirmou. “Além disso, há uma perda significativa na qualidade da imagem e tenho sérias dúvidas se esse formato (de transmissão lado-a-lado) irá se perpetuar. Acredito que, no momento, somente canais a cabo podem ofertar algum tipo de solução nesse sentido.”

Fonte: Veja e Revista Home Theater & Casa Digital
 

quinta-feira, 24 de junho de 2010

SporTV investirá em equipamentos com tecnologia HD e 3D.

A direção do canal SporTV, da Globosat, resolveu apostar na transmissão de eventos em alta definição e em três dimensões. Segundo o jornalista Lauro Jardim, a emissora irá comprar 16 câmeras especiais, que permitem a transmissão de um evento esportivo em HD e 3D.


SporTV começará a testar tecnologia 3D, que ainda não tem data para estrear no canal
 Porém, a tecnologia ainda deve demorar para chegar aos assinantes do canal. O planejamento da emissora é que toda sua programação seja transmitida em HDTV até o final de 2011. Atualmente, apenas algumas partidas são transmitidas com a tecnologia.
Já a transmissão em 3D irá demorar ainda mais para chegar ao público, pois a emissora ainda dará início aos testes com a tecnologia nos próximos meses.

Créditos: Na Telinha

Para diretor da Globo, TV aberta não será o principal meio para o 3D.

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A TV Globo aproveitou o evento em que demonstrou algumas das tecnologias que aposta para o futuro para comentar sua estratégia para a TV tridimensional (3D). Para Fernando Bittencourt, diretor de tecnologia da emissora, o modelo de transmissão em TV aberta adotado pela RedeTV!, no qual as imagens do olho esquerdo e direito são transmitidas lado a lado, não deve prevalescer, pois compromete a qualidade da alta definição. Para ele, o modelo foi adotado apenas porque resolve a questão da canalização. Contudo, não pregou que seja aumentado o espectro da radiodifusão para garantir qualidade nas transmissões em 3D. Pelo contrário, o diretor de tecnologia da Globo afirmou que não acredita que a radiodifusão seja a plataforma mais adequada para distribuição de conteúdo em 3D.
Bittencourt afirmou, no entanto, que o 3D deve evoluir bastante nos próximos anos, podendo trazer mudanças na forma de distribuição e de exibição.

Créditos: PAY-TV


Empresas fazem pré-venda casada de TV 3D no Brasil.

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As pré-vendas de televisão 3D começaram casadas no Brasil. Tipificada como crime, a prática foi identificada pela Folha nas ofertas de duas empresas: a varejista Fnac e a fabricante Sony.
Ambas montaram pacotes nos quais a TV é vinculada a "combos" que implicavam a compra de aparelho Blu-ray e de filmes, junto aos óculos de imagens tridimensionais.
  Na análise sobre os anúncios de pré-venda da TV 3D de ambas as fornecedoras, os técnicos do Procon classificaram-nas como casadas (quando o fornecedor condiciona a aquisição de um produto à compra de outro).
A reportagem também apurou que o órgão está abrindo uma investigação sobre o modo de operação das pré-vendas no Brasil.
A venda casada infringe o Código de Defesa do Consumidor e é crime. A lei 8.137/90 prevê pena de até cinco anos de detenção ou multa.
A Fnac, que anunciou a pré-venda de TVs 3D Samsung (cujo preço chegava a R$ 16 mil) junto a um combo de R$ 1.668 no fim de abril, admitiu a prática, mas disse que foi escolha da Samsung, abolida no início de maio, após reclamações.
Hoje, o consumidor pode optar pelo aparelho 3D e os óculos, sem Blu-ray e filmes.
 
Editoria de Arte/Folhapress



Já a Sony, que oferece a TV também por até R$ 16 mil, com quatro óculos, um Blu-ray player, dois filmes em Blu-ray e jogos em Playstation 3, admitiu que oferece só o "combo" na pré-venda.
Questionada, disse que os preços se referem só às TVs e que os demais produtos são brindes, "comercialização de acordo com as normas estabelecidas pelo Código de Defesa do Consumidor".
"As duas estão caracterizadas como venda casada, principalmente pelo aparelho de Blu-ray, porque não há necessidade de comprá-lo. Da forma que está anunciada aqui, não dá oportunidade para o consumidor", afirma Carlos Coscarelli, assessor-chefe do Procon-SP.

Créditos: Folha