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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Conversão total de SD para HD no Brasil levará uma década.

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A migração dos canais de TV por assinatura de standard definition (SD) para a alta definição e a massificação das caixas HD das operadoras no Brasil deverá ocorrer na próxima década. A estimativa é da gerente de produtos dos Canais SporTV e Premiere, da Globosat, Bianca Maksud, que falou no painel "O espaço da alta definição", no último dia da ABTA 2010.
Atualmente há mais de 20 canais HD nas grades das operadoras brasileiras, incluindo os canais abertos, e a grande maioria dos canais pagos é "stand alone", isto é, tem programação própria, independente de canal original SD. Muitos já têm conteúdos originalmente finalizados em alta definição, mas também há casos de canais com conteúdo upconverted - transformados em HD a partir de um SD.
"Colocamos canais upconverted em nossa grade com o compromisso de virarem canais de conteúdos nativos em HD ao longo do tempo", conta o diretor de programação da Net Serviços, Fernando Magalhães. "Não queremos canais novos, queremos os mesmos conteúdos em alta definição, mas temos que gerar mais conteúdos em HD e ao mesmo tempo controlar os custos, porque não podemos fazer o assinante pagar cada vez mais na assinatura", pondera. Para ele, essa a migração para alta definição acontecerá aos poucos, o que possibilitará o surgimento de canais simulcast, ou seja, canais em HD com programação espelhada à do canal em standard definition.
Segundo o vice-presidente sênior e diretor geral da Discovery Network, Fernando Medin, mesmo nos Estados Unidos, demorou cinco anos desde o lançamento da alta definição para que houvesse maior proliferação de canais HD stand alone e o primeiro simulcast só foi lançado em 2007. "Para haver a migração de SD para HD, é preciso primeiro haver massa crítica, aumentar a penetração do serviço de TV por assinatura em alta definição", avalia Medin.

Publicidade
O aumento da penetração do serviço HD também é necessário para tornar os canais interessantes para o mercado publicitário. Durante a Copa do Mundo, as inserções publicitárias no canal SporTV HD, oferecidas como bonificação aos patrocinadores do futebol nos canais, não foram aproveitadas. Segundo Bianca, no lugar foram exibidas vinhetas da transmissão gerada pela Fifa. Para Medin, não ter publicidade neste primeiro momento é um diferencial positivo para permitir que o assinante perceba valor no produto. 

Créditos: Tela Viva News

Venda de celulares com recepção de TV cresceu na Copa.

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A venda de aparelhos celulares com receptor de TV digital embutido cresceu no período da Copa do Mundo. Segundo o vice-presidente de novos negócios da Samsung, Benjamin Sicsu, 7% dos aparelhos vendidos no período contavam com receptor ISDB-Tb. "Não sabemos ainda se as vendas continuaram bem após a Copa, mas acredito que sim. As TVs digitais continuam vendendo bem", afirmou o executivo.

Créditos: Tela Viva News

Ginga terá que conviver com outros middlewares, diz fabricante.

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Em debate no último dia da ABTA 2010, nesta quinta, 12, o vice-presidente de novos negócios da Samsung, Benjamin Sicsu, afirmou que o Ginga será um dos middlewares da TV brasileira, mas não necessariamente o único. "O Ginga vai ter que conviver com os outros que existem no mercado", disse, lembrando das plataformas próprias dos fabricantes, do Google TV e dos middlewares presentes na TV por assinatura. Segundo o executivo, o middleware brasileiro deve ser implementado mais rapidamente na telefonia móvel. "As próprias operadoras têm interesse no tráfego que as aplicações podem gerar", disse. 

Créditos: Tela Viva News

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Fabricantes revêem estratégia para a produção de conversores.

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O mercado de conversores para a transformação do sinal analógico para o digital do padrão nipo-brasileiro ainda não se estabeleceu. A Tecsys do Brasil, por exemplo, que chegou a desenhar um plano com a Intel para atuar junto ao consumidor final, 'engavetou' a iniciativa, desistimulada pela proposta dos fabricantes de incorporarem conversores às TVs. Já a Telesystems, que mantém sua produção de conversores, o momento é o de 'controlar a ansiedade'.
Durante a ABTA 2010, os fabricantes de equipamentos revelam uma forte tendência do mercado nacional - há uma grande demanda por produtos voltados para a área profissional, ou seja, para as operadoras e radiodifusoras, mas ainda não se vislumbra um cenário efetivo para o usuário final.
Mas há um fato importante no evento: Os chineses chegaram e aproveitam para mostrar seus conversores adaptados ao ISDB-T. Mas a maioria prefere escutar mais do que revelar seus planos. Boa parte dos expositores chineses, procurados pela reportagem do Convergência Digital, preferiu não comentar sobre o processo de comercialização de produtos no Brasil.
Na indústria presente ao evento, a Tecsys do Brasil é um exemplo que a produção de conversores para o usuário final ainda é um momento de reflexão. Em 2008, incentivada pela Intel, a fabricante até anunciou a disposição de entrar no mercado de consumo final, mas o projeto foi 'engavetado', assume o diretor comercial da empresa, Jorge Ganuza.
Sem entrar em maiores detalhes operacionais, admite que a estratégia dos grandes fabricantes de TVs de incorporarem o conversor aos televisores 'foi bastante destimulador'. "O mercado de produtos para o ambiente profissional - teles e radiodifusoras - está muito aquecido por conta da digitalização e da migração para o SBTVD. O conversor seria uma primeira iniciativa nossa rumo ao mercado de usuário final, mas resolvemos centrar os esforços de produção para os equipamentos que tinham demanda", assume o executivo.
Mesmo com as medidas de estímulo prometidas pelo Governo - ainda em fase de definição - para a produção dos conversores, Ganuza assume que não faz parte dos planos da companhia redirecionar pessoal para essa área. Mas há quem aposte no mercado e diga que o Brasil, neste momento, precisa, na veradade, 'controlar a sua ansiedade' no segmento.
"Qualquer mercado para começar suas atividades começa num ritmo próprio. Foi assim com a telefonia celular - por questões de preço e de mercado - e será com a TV digital. O mercado de conversores é promissor, mas tem o seu tempo", observa Marcos Szili, diretor da TeleSystems, multinacional italiana com presença no Brasil e já produtora de conversores para TV digital. A empresa, no entanto, não revela números sobre a quantidade de aparelhos já fabricados e comercializados.
Para Szili, a concorrência das TVs com os conversores embutidos não é um fator preocupante. "Esses conversores ficarão obsoletos muito antes da própria TV. e quem quiser manter o seu diferencial terá que buscar um conversor novo no mercado", observa. Os conversores em produção não usam o Ginga - o middleware de interatividade.
"O ginga precisa se harmonizar, além do mais, exige mais processamento, exige mais funcionalidades e o custo do aparelho subirá para o consumidor, que precisa entender o que é a interatividade para comprar esse equipamento", diz o diretor da Telesystems.
Indagado sobre o impacto da presença dos chineses no mercado nacional, Szili afirma que esse é um mercado que há espaço para todos, mas sinaliza que 'preço não será o mais importante para o consumidor. O conversor terá papel importante nessa transformação que a TV está sofrendo. Além disso, mais do que comprar um conversor barato, é preciso assistência, distribuição no país", completa. A Telesystems integra o grupo interessado em montar um consórcio para viabilizar um equipamento mais barato, de forma a atender os planos do governo. "Mas ainda há muito para ser negociado", assume o executivo. 

Créditos: Convergência Digital

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

TeleSystem lança receptor de TV digital com gravação.

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A TeleSystem anunciou o primeiro receptor de TV digital terrestre (padrão ISDB-Tb) com função de gravação, que pode funcionar como um DVR (Digital Video Recorder). O TS 2300 HD vem com cabo HDMI incuído e saída USB que permite a gravação de programas, inclusive de alta definição, em um hard disk externo ou mesmo um pen drive.
O set-top também funciona como media center, reproduzindo arquivos MP3, fotos e vídeos. Conta ainda com EPG (guia eletrônico de programação) e closed caption.
O receptor estará disponível no varejo a partir de julho pelo preço sugerido de R$ 299.

Créditos: PAY-TV

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Band e SBT se preparam para o broadband TV.

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Um ano após o lançamento do primeiro televisor conectado no mercado brasileiro, a novidade agora é a movimentação das fabricantes para a conquista de parceiros nacionais. Os portais são candidatos naturais, mas o fato é que, até mesmo para quem já tem na tela de televisão o foco do trabalho, as TVs com conexão à Internet têm se mostrado uma plataforma não só atraente, como necessária, devido às mudanças nos hábitos de consumo de mídia. O SBT e a Band fecharam acordo com a Sony e devem levar conteúdo à linha de aparelhos conectados da fabricantes a partir de setembro. "A indústria de broadband TV é um degrau essencial para o futuro do entretenimento digital. Sua plataforma permite a entrega rápida de vídeos digitais, trazendo para o aparelho de televisão a natureza on-demand da Internet. Isso é fundamental para atender às necessidades de um público cujo hábito de consumo de conteúdo está em constante transição devido às novas tecnologias", diz Renata Abravanel, coordenadora do site da emissora, lembrando que o controle da "grade de programação" que até há pouco era das emissoras, deslocou-se para o usuário.
A ideia é disponibilizar, aos poucos, toda a programação da emissora em modelo catch-up, em que o conteúdo pode ser visto pouco tempo depois da exibição na TV. "Focamos também na exibição de programas na íntegra pois, devido à comodidade que a experiência oferece, o usuário de broadband TV dispõe de um tempo maior para o consumo de conteúdos mais longos", explica Renata. A emissora ainda prepara conteúdo exclusivo para a plataforma. Trata-se do "SBT+", programete sobre os bastidores dos programas e eventos da emissora.
Na Band, a decisão de distribuir conteúdo pelas TVs conectadas é uma orientação da presidência, de buscar a maior exposição possível dos conteúdos do grupo, no maior número possível de plataformas, como conta Ricardo Anderaos, diretor de negócios online da Band. O usuário do aparelho com acesso à Internet da Sony terá acesso a vídeos do portal eband, que reune conteúdo da Band e dos outros canais do grupo, o BandNews, o BandSports e o Terra Viva. "A vantagem desta plataforma é que os fabricantes criaram um sistema rápido e customizado de acesso ao conteúdo da televisão", observa Anderaos. Segundo o executivo, esta oportunidade tem sido um "grande laboratório" também para os testes do canal de retorno, já que alguns aparelhos disponíveis no mercado possuem receptor digital integrado e hardware preparado para o iDTV (Ginga).

Créditos: Tela Viva News

terça-feira, 27 de julho de 2010

Netbook com TV Digital exibe duas imagens.





O que um netbook com sintonizador de TV Digital integrado tem de mais legal além de sintonizar gratuitamente os canais abertos da TV Brasileira? Mostrar a programação ao vivo, em simultâneo com um programa gravado é uma boa opção?Se você acha que sim, saiba que durante os testes com o X130 da LG, descobri que podemos assistir um programa gravado enquanto uma tela menor (como na função PIP das TVs) exibe a imagem ao vivo. É possível inverter e transferir o programa gravado para tela menor e o ao vivo para a maior, como preferir.De resto, funções como agendamento de gravações, guia de programação (EPG), tela cheia e a opção de fixar a imagem da TV em primeiro plano e trabalhar com outros programas. O netbook ainda tem a tecla de atalho Smart ON, que acessa fotos, vídeos, músicas e permite conexão com a internet em poucos segundo (cerca de 6 segundos) sem a necessidade de iniciar o sistema operacional.O LG X130 tem tela de 10,1″ (LCD/LED), disco rígido de 320GB, memória de 2GB, processador Intel Atom N270 (1.6GHz), webcam 1.3MP, WiFi, Bluetooth, DLNA, Windows 7 (Starter) e preço sugerido de R$ 1.499.
Créditos: Planet Tech

sexta-feira, 23 de julho de 2010

CCE lança celulares dual-chip com TV.

Quatro aparelhos com MP3, câmera, Rádio FM e TV, chegarão às lojas até o final deste ano.

A CCE anunciou nesta quinta-feira sua entrada no mercado de telefonia celular, inicialmente com quatro modelos da linha CCE mobi. Segundo a empresa, os aparelhos são “a melhor escolha para quem quer um celular com todos os atributos de uma marca premium, mas com um ótimo custo-benefício”.
Todos os aparelhos serão vendidos desbloqueados e tem sistema “Dual Chip”, ou seja, podem trabalhar com dois SIM Cards (ou seja, duas linhas) ao mesmo tempo. Também contam com Rádio FM, MP3 Player, câmera integrada e Bluetooth. Segundo Rogério Fleury, diretor de projetos da CCEinfo, também haverá modelos com receptor de TV (tanto digital quanto analógica) e há a possibilidade de lançamento, em meados do ano que vem, de um smartphone com o sistema operacional Android.
Os preços ainda não foram definidos, mas de acordo com Fleury a empresa pretende atuar no segmento de aparelhos pré-pagos, com modelos dentro da faixa entre 299 e 499 reais. A empresa espera comercializar 100 mil aparelhos no primeiro ano, e alcançar participação de 3% dentro do segmento nos próximos cinco anos. Os aparelhos devem chegar às lojas “até o final do ano”.

Créditos: IDG Now 

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Retransmissão é nova etapa da transição para o digital.



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Após a primeira fase de digitalização dos sinais de TV aberta nas geradoras, começa o processo de digitalização das retransmissoras de televisão. Trata-se de uma etapa da transição para a TV digital que demanda tecnologias que até agora não precisaram ser discutidas. O diretor comercial da fabricante de transmissores Screen Service, Júlio Rocha, destaca que as emissoras terão de escolher uma tecnologia para levar seu conteúdo até as retransmissoras. Depois, escolherão como estas tecnologias serão usadas. "No analógico, tudo é feito por micro-ondas ou satélite. Estas tecnologias poderão ser usadas no digital, mas otimizadas", explica.
Uma solução apontada por ele para reduzir o custo de envio do sinal às retransmissoras é mandar apenas o sinal digital, em substituição ao sinal analógico enviado hoje. "O sinal vai direto para o transmissor digital e convertido para o transmissor analógico", diz, lembrando que a banda necessária para enviar os dois sinais seria maior. Outra hipótese apontada por ele é o uso de redes IP nos links de micro-ondas, permitindo assim não apenas o envio do sinal digital, mas o uso do link para tráfego de material para o jornalismo, ou telefonia IP para comunicação entre geradora e retransmissora, por exemplo.
Apostando neste mercado, não apenas no Brasil, mas na América do Sul, a empresa construiu fábrica de 4,5 mil metros quadrados no Brasil, montando transmissores de 0,5W a 22kW. Fernando Lauterjung. 

Créditos: PAY-TV

terça-feira, 13 de julho de 2010

Copa de 2014 terá transmissão em 4K e 3D.

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Pelo menos é o que propõe o Projeto 2014K, organizado pelo CPqD, Mackenzie e com o apoio do FINEP, que pretende investir em torno de R$ 3 bilhões na transmissão dos jogos da Copa de 2014 no Brasil com resolução ultra-definição em 3D para todo o planeta.
Segundo as instituições envolvidas, a idéia é captar as imagens em 4K (4096x2160p) e terceira dimensão, enviando esses sinais por meio de redes fotônicas a cinemas digitais devidamente preparados no País e no exterior. Além disso, as imagens ao vivo poderão ser projetadas em locais públicos, como praças e teatros, desde que previamente preparados.
Recentemente, o mesmo grupo de estudo realizou testes com a uma câmera de aproximadamente 150kg e 8 milhões de pixels na final do Campeonato Gaúcho (Gre-Nal) e na Casa Brasil, em Joanesburgo. Quem sabe, é a vez do Brasil mostrar ao mundo que além de bom futebol tem também inovações tecnológicas.

Para saber mais, clique aqui.

A propósito, o YouTube acaba de liberar o upload de vídeos em 4k (veja a playlist com vários vídeos e escolha a resolução “original”), porém, com a falta de produtos desse tipo e a conexão que temos hoje acho difícil o 4K emplacar tão cedo.

Créditos: Planet Tech

quarta-feira, 7 de julho de 2010

TV Digital: padrão brasileiro chega a 11 países.

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Ontem foi a vez da Bolívia confirmar a adoção do padrão nipo-brasileiro de TV Digital, internacionalmente chamado de ISDB-Tb, mas que por aqui atende pelo simpático nome de SBTVD (Sistema Brasileiro de TV Digital). Com isso, a Bolívia passa a ser o décimo primeiro país a escolher o padrão nipo-brasileiro, que também já foi definido como padrão digital por Filipinas, Peru, Argentina, Chile, Venezuela, Equador, Costa Rica, Paraguai e o Japão, que o desenvolveu.
Ainda na América do Sul, o Uruguai que havia optado pelo padrão europeu DVB, sinaliza em rever essa escolha já que ele, ao lado da Colômbia, Guianas e Suriname, são os únicos países as América do Sul que optaram por um padrão diferente do brasileiro.
Já na África, Moçambique, Namíbia, África do Sul e Angola sinalizam escolher o ISDB-Tb.

Créditos: Planet Tech

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Globo tem aplicativos exclusivos para DTV full-Seg, 1-Seg e iPhone/iPad.

 
Embora semelhantes, os aplicativos interativos desenvolvidos para a Copa da Globo para receptores de TV digital full-Seg, para DTV 1-Seg e para iPhones/iPads contam com recursos exclusivos para cada plataforma. Segundo o diretor de engenharia Raymundo Barros, o lay-out gráfico é igual nas três plataformas e as informações para atualização em tempo real são provenientes dos mesmos servidores. Contudo, algumas funções como os vídeos são especificas do aplicativo para iPhone/iPad, assim como um menu que permite comparar o histórico dos jogos entre os times participantes da Copa. Já o aplicativo full-Seg conta com um bolão interativo que não está presente nos outros.
O aplicativo da Globo já está disponível na application store da Apple e é recebido pelos receptores de TV digital com middleware DTVi embarcado. Segundo Barros, o desenvolvimento dos três aplicativos foi tocado por uma equipe única com profissionais da área de pesquisa e desenvolvimento da Central Globo de Engenharia e da área de novas mídias e direção de arte da Direção geral de Jornalismo e Esporte, além de consultores do mercado. 

Créditos: PAY-TV 

Mitsubishi lança nos EUA nova versão do TV a laser.

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A Mitsubishi apresentou na semana passada, em Nova York, a nova versão de seu TV LaserVue, o primeiro que utiliza tecnologia de projeção a laser. A primeira versão havia sido lançada no final de 2008, sem muito sucesso comercial (veja aqui o vídeo de apresentação).
Agora, a empresa tenta aproveitar a febre em torno da tecnologia 3D para dar novo impulso a esse produto. O novo LaserVue (modelo L75-A91), de 75 polegadas, está sendo comercializado por US$ 5.999.
Junto com o TV, o comprador pode optar por levar um kit 3D composto de dois pares de óculos ativos, um emissor de infravermelho (que deve ser acoplado ao TV), um controle remoto com adaptador para sinal 3D, um cabo HDMI e um disco Blu-ray 3D de demonstração, contendo trechos dos filmes Toy Story 3, Alice no País das Maravilhas e Um Conto de Natal. O disco contém também um vídeo educativo sobre a tecnologia 3D, em desenho animado usando personagens do sucesso O Rei Leão, da Disney.
O TV de 75" é tecnicamente bem mais avançado que seu antecessor. Possui taxa de renovação de tela de 120Hz, processador de vídeo de 12-bit, quatro entradas HDMI e uma USB, além de fazer upconversion para 1080p. Inclui também acesso direto a sites como Flickr, Pandora e Vudu.

FONTE: Electronic House

Créditos: Revista Home Theater

quarta-feira, 30 de junho de 2010

A TV digital terrestre precisa sim é de uma boa antena.

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O termo “TV digital” é usado para representar um sistema de TV aberta – terrestre -, transmitido pelo ar, gratuitamente. Esse sistema, chamado tecnicamente de COFDM, é muito mais eficiente que o sistema convencional de transmissões analógicas. Possibilita uma ótima recepção, inclusive em alta definição, sem fantasmas e ruídos e sem a necessidade – na maioria das localidades – de grandes antenas externas, em telhados de casas ou no alto dos prédios. Por isso, a TV digital aberta vai substituir a TV analógica, em alguns anos.
Mas, obviamente, para captação desse sinal digital, via “ar” é necessário o uso de uma boa antena receptora. Então, são necessários três equipamentos: antena de recepção, conversor e TV.
O Conversor pode estar embutido na TV, mas a antena não. Porque os circuitos e as partes metálicas da TV interferem no desempenho da antena. Até mesmo  quando a antena está muito próxima do televisor ou presa a ele. Portanto a antena tem que ser adquirida separadamente.
Então, um desenho básico do sistema é:
desenho-tv_conversor_antena
Antena – conversor – TV Ou: Antena e TV (com conversor embutido)
Antena conectada direto na TV: nesse caso, a antena deve ser ligada na entrada onde está, geralmente, escrito: (Ant IN Air). Essa conexão tem que existir, em toda TV com conversor embutido.
antena_TV_tvcabo
Além disso, a mesma  TV tem uma outra entrada com o mesmo tipo de conector (F) , onde deve estar escrito CABLE IN (TV a cabo). Portanto, é perfeitamente possível receber na mesma TV, o sinal digital (TV aberta) e o sinal de TV a cabo (assinatura), bastando para isso selecionar a entrada de sinal pelo controle remoto da TV.
Então, não é possível usufruir dos benefícios da  TV digital aberta e gratuita, sem utilizar  uma antena receptora.
Na maioria das lojas, que vendem televisores LCD, mesmo com conversores embutidos, percebe-se que o cliente sempre faz a mesma pergunta: “comprando essa TV, já com conversor incluso, eu terei os canais digitais” ?
Geralmente, os vendedores se apressam em dizer: sim basta isso. Não é verdade. A maioria das pessoas se esquece da antena, que é absolutamente necessária; e precisa também ser de boa qualidade, bem dimensionada.
Em muitas cidades, onde já existem transmissões digitais, é possível ter uma boa recepção utilizando-se de pequenas antenas internas.
Entretanto, em locais mais distantes dos transmissores ou em locais onde o sinal chega com baixa potência – devido a obstáculos como árvores ou presença de muitos prédios próximos  ou mesmo em cômodos da residência, debaixo de lajes, longe de janelas, abaixo do nível da rua – fica mais difícil, às vezes, receber o sinal sem que haja interrupções momentâneas. Essas interrupções provocam efeitos na tela como: ”congelamentos”, as chamadas “digitalizações”, os ruídos, em forma de blocos, ou em casos mais críticos a informação de sinal fraco ou falta de sinal.
Nesses casos é preciso colocar a antena mais próxima de uma janela, voltada para os transmissores das emissoras (Em BH, a Serra do Curral), ou mesmo ter uma antena na área externa, mas sem, necessariamente, estar no alto de um prédio ou casa. É importante buscar informação especializada ou pedir indicações antes de comprar uma antena.
As primeiras antenas, lançadas no mercado, para TV digital, mesmo de fabricantes famosos, em sua maioria, apresentaram constatadamente problemas de qualidade e dimensionamento. Tais problemas dificultam a recepção, mesmo em locais onde o sinal das emissoras está num padrão bem aceitável, com boa intensidade e qualidade. A nossa emissora vem fazendo testes para verificar a cobertura do sinal e pode, inclusive, instalar repetidoras em locais considerados de “sombra”- nível abaixo do padrão desejado -.
O consumidor deve se orientar, considerando em principio três fatores antes de escolher o tipo de antena:
1) Questionar os vendedores  de  televisores,  com conversores embutido, ou vendedores de conversores externos, sobre a  disponibilidade de antenas,   pedindo inclusive indicação  de uma  marca de antena  e  local de compra.
2) Em segundo, buscar informações, indicações, sobre antenas utilizadas por vizinhos e que deram bom resultado.
3) Testar, primeiramente, uma boa antena interna combinando com o vendedor uma possível troca – se a mesma não funcionar na localidade desejada, pois a única formar precisa de atestar isso é experimentando.
Após dois anos do lançamento da TV digital, a qualidade das antenas produzidas e disponíveis atualmente já melhorou bastante.
William Nunes
Engenharia TV Globo

Cabo HDMI conduz sinais Full-HD 3D e internet.

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A empresa paulista Discabos lança no mercado o primeiro cabo HDMI compatível com sinais de vídeo Full-HD em terceira dimensão, que possui capacidade de trafegar o sinal de áudio reproduzido pela TV e dados de internet em aparelhos com conector HDMI compatível.
Com certificação High Speed HEC (ethernet), o modelo AVIS promete levar o conteúdo da web a partir de um computador, dispensando o tradicional cabo de rede. É capaz também de substituir um cabo digital de áudio usado como retorno entre TV e receiver (ARC – Audio Return Channel-enabled ou canal de retorno de áudio), para a reprodução de som 5.1 transmitido pelas emissoras.
O novo cabo HDMI tem condutor de cobre OFC, nas medidas de 28AWG (1,80m) até 24AWG (12m), com tripla blindagem. Além disso, conta com sistema montagem rápida de plug chamado de Fast Click que, segundo o fabricante, tem como objetivo facilitar a passagem do cabo em dutos mais limitados, sem danificar o conector. 

Créditos: Revista Home Theater

Entenda como o 3D funciona.

Os próximos meses e anos devem ver uma enxurrada de filmes 3D --tanto lançamentos quanto conversões de filmes antigos--não apenas nas salas de cinema, mas também em casa, por meio de formatos como DVD e Blu-ray.
As televisões também apostam nisso, e conteúdo 3D --filmes e esportes (com destaque para grandes eventos, como Copa do Mundo e Roland Garros), principalmente-- já é transmitido em diversas partes do mundo.
"A mente entra cuidadosamente nas profundezas da cena. Os galhos ásperos de uma árvore em primeiro plano avançam sobre nós como se fossem arranhar nossos olhos. O cotovelo de uma figura salienta-se de maneira a nos deixar quase desconfortáveis."
O parágrafo acima é uma boa descrição das impressões de assistir a um filme como "Avatar" ou jogar um videogame de última geração, mas na verdade é um trecho de um artigo do escritor e médico norte-americano Oliver Wendell Holmes (1809-1894) publicado na revista "The Atlantic Monthly" em junho de 1859.
O assunto, em termos atualizados, era a reprodução de imagens com efeitos tridimensionais, ou simplesmente 3D.
O 3D existe desde o século 19, passou por vários altos e baixos durante o século 20 e chega ao século 21 prometendo que, desta vez, o negócio é pra valer. A indústria parece apostar nisso, e os consumidores, por enquanto, têm correspondido.
O cinema parece ser o maior impulsor da tecnologia, com estúdios e diretores --Martin Scorsese e Werner Herzog, para citar dois grandes-- divulgando um número crescente de filmes 3D, e empresas investindo bastante em treinamento e equipamentos e para produzir e reproduzir esse tipo de conteúdo. Sem contar, é claro, as pesadas ações de marketing.

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O texto de Holmes na "The Atlantic Monthly" falava sobre o estereoscópio, "um instrumento que faz superfícies parecerem sólidas", ou seja, usado para ver profundidade em imagens planas.
O equipamento foi inventado no século retrasado pelo cientista e inventor britânico Charles Wheatstone, e o princípio por trás de seu funcionamento é o mesmo dos sistemas utilizados hoje.

OLHO HUMANO
Cada olho humano enxerga o mundo a partir de uma perspectiva diferente --a visão do olho esquerdo é diferente da do direito. Isso é facilmente perceptível se você olhar de perto um objeto primeiro apenas com o olho esquerdo, depois apenas com o direito.
Essa disparidade ajuda-nos a determinar as profundidades relativas em uma cena, e a estereoscopia é uma técnica que se baseia nisso para provocar a sensação de profundidade em imagens planas. Talvez soe complicado, mas é bem simples.
Basicamente, basta ter duas imagens retratando a mesma cena ou objeto a partir de diferentes perspectivas --uma referente à visão de cada olho. Para conseguir a ilusão de profundidade, as duas imagens devem ser vistas ao mesmo tempo (ou quase), mas cada olho deve enxergar apenas uma delas --a correspondente à sua perspectiva. A junção das duas imagens no cérebro provoca a sensação de profundidade.
A questão é: o que fazer para que cada olho enxergue apenas a imagem correspondente à sua perspectiva? Isso é um problema porque, normalmente, os dois olhos veem as duas imagens, que geralmente são sobrepostas ou colocadas lado a lado. 

Créditos: Folha

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Emissoras colocam tecnologia 3D em teste.

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Tecnologia e conteúdo precisam se mover juntos para que a revolução 3D saia dos cinemas e chegue à casa do telespectador.
A engrenagem está sendo impulsionada pelo mercado de aparelhos compatíveis com a tecnologia, que movimentou US$ 55 milhões em apenas três meses nos Estados Unidos, segundo estimativas do NPD Group.
As emissoras agora correm para preencher o espaço aberto à criação de conteúdo adaptado.
No Brasil, testes estão sendo feitos desde o início do ano. O Carnaval foi filmado pela Globo com câmeras 3D da Sony e transmitido para um grupo fechado. Também em caráter experimental, a Fórmula Indy e cenas da novela "Viver a Vida" ganharam gravação adaptada para a tecnologia.
Todos têm coisas positivas a dizer sobre a tecnologia, mas, no país, somente a RedeTV! começou suas transmissões em 3D.
Já é possível ver em 3D o "Pânico na TV", provas de automobilismo e partidas de futebol da série B do Campeonato Brasileiro.
Com poucas opções, o consumidor pode optar pela conversão do 2D para o 3D, função presente em algumas das TVs 3D.
FORA DO PAÍS
Nos EUA, a ESPN lançou o seu canal de transmissão 3D, que está mostrando partidas da Copa. Foram três anos de testes com a tecnologia, de acordo com a ESPN. 

Créditos: Folha

Globo negocia para ter conteúdo em TVs.

 

TVs com acesso a Internet, ao lado dos modelos capazes de exibir imagens 3D, parecem ser a nova aposta dos fabricantes. Chamadas de broadband TVs (algo como TVs conectadas), pelo menos quatro fabricantes (Sony, LG, Samsung e Panasonic) já possuem modelos desse tipo à venda.
Segundo Raymundo Barros, diretor de tecnologia da TV Globo de São Paulo, uma pesquisa feita pela Cisco, chamada de Barômetro da Internet, aponta que em 2012 o número de vídeos acessados pela TV será igual ao número visto no ano passado por computadores (PCs e notebooks). De olho nesse mercado a empresa vem conduzindo pesquisas para levar parte da sua programação para paras as TVs conectadas. No Painel Globo de Tecnologia, realizado a semana passada em São Paulo, o diretor de tecnologia da emissora, Fernando Bittencourt, afirmou que vem trabalhando por um modelo de negócio economicamente viável, mas que ainda não há um definido.



O maior impasse seria a adoção de tecnologias específicas por cada fabricante, o que aumentaria o custo para a entrega desse conteúdo. Ainda segundo Bittencourt, para a Globo só faz sentindo entregar programas com qualidade real de imagem (1080i, como foi demonstrado no evento) e que nesse caso estuda-se qual a viabilidade e a melhor solução em termos de tecnologia. "Ainda não temos um modelo de negócios", afirmou.
O aplicativo da Globo foi demonstrado na TV 3D da LG, com um capítulo da novela sendo exibido em 1080i, valendo-se de uma conexão de 2Mbps. Essa é justamente a intenção da emissora nesse tipo de negócio: permitir que o usuário assista a capítulos perdidos de uma novela, por exemplo, com a mesma qualidade que encontraria na opção ao vivo. 

Créditos: Revista Home Theater

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Copa: netbook com TV Digital é a solução.

Se você, assim como eu, gosta de ver não só a seleção brasileira jogar, mas esquadrões como o da Itália caírem ainda na primeira fase da Copa do Mundo, um netbook com TV Digital integrada pode ser uma ótima saída. A primeira a oferecer esse tipo de solução foi a Sony e agora é a vez da LG colocar no mercado o seu modelo, o X130.
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Graças a presença de um receptor (1-Seg) de sinais da TV Digital Brasileira, é possível assistir aos jogos da Copa, com qualidade, numa pequena janela enquanto se trabalha normalmente com os demais programas. Se preferir, você pode expandir para a tela toda, no modelo da LG é um LCD de 10 polegadas, para ver os melhores momentos ou os gols da partida!
Em termos de configuração, ele conta com um processador Atom N270 (1.66GHz), memória de 2GB, HD de 320GB, Wi-Fi N e bluetooth. Acabo de receber um modelo para teste, e como o jogo do Brasil contra Portugal está para começar, vou aproveitar para conferir o desempenho, tanto da seleção, como do netbook. Depois, conto pra vocês em detalhes como foi o teste.

Créditos: Planet Tech

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Por que não confiar nos números de contraste?.

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A relação de contraste é uma característica de suma importância em televisores, especialmente os de tecnologia LCD. Quanto maior for a taxa de contraste mais consistentes serão as imagens, maior será o nível de variações de cinza e, conseqüentemente, observaremos mais detalhes. Caso a TV seja deficiente em contraste, a qualidade da imagem ficará prejudicada, sendo bastante perceptível durante a exibição de cenas escuras.
O problema é que os fabricantes atualmente não possuem um método padronizado de medição, ou que seja confiável o suficiente para aferir na prática quantas vezes o nível de preto é mais escuro que o branco puro. O resultado é a divulgação de números de contraste cada vez mais superlativos, que já atingem a casa dos milhões, transformando-se num mero instrumento de propaganda. Na hora da compra, dispense os números altíssimos referentes à especificação de contraste dinâmico tão divulgada pelas empresas e se atente ao contraste estático, que é o que mais se aproxima da realidade.
E principalmente: veja a TV em funcionamento em um ponto de venda (mesmo em condição de iluminação desfavorável) com filmes escuros e altere os valores de brilho e contraste para conhecer um pouco o desempenho de nível de preto do aparelho.

Créditos: Planet Tech